Blog de miguel.veras
   "Uma verdade incoveniente"

Por esses dias recebi algumas reclamações sobre um polst que recentemente publiquei neste blog.

O incomodado com a história do "índio quer cachimbo", desta vez, foi carequinha. Pois bem, ele veio até a mim reclamar que, Micivam não tinha gostado e que a família estava envergonhada com o ocorrido. Mas, tenho certeza que o incomodado é ele e, também não sei porque. Afinal, não falei nada demais dele.

No entanto, não acreitei na conversa dele, (carequinha) pois se era pra ter vergonha, tinha que ter na época do ocorrido e não agora. Acredito portanto que, não há nada do que se envergonhar,  pois foi uma aventura de adolescente e que rimos muito no dia seguinte e agora não faz nenhum sentido de se envergonhar. Acredito ainda que, agora é que temos que rir mais. Pois, vejam se não tenho razão, ninguém se tornou um viciado, pelo menos eu acho. Ninguém vive de vender droga, pelo menos é o que eu acho também. 

Assim sendo, não tiro nada do que publiquei, é tudo verdade e dou fé.  



Escrito por miguel.veras às 00h04
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   "Semana cultural do adrião Melo"

Hoje (12/11/2008) visitei a Escola Estadual Professor Adrião Melo, na qual, por incrível que pareça, ensinei. Lá está acontecendo a semana cultural. Não encontrei nenhuma novidade, a não ser pelo fato que este ano teve comidinha e muita foto de Caramuru Paiva, alguém por lá deve ser apaixonado por ele. Acredito portanto, que não há outra explicação. No mais, o de sempre, apenas trabalhos didáticos e de pouca riqueza cultural. Os méritos ficam por conta dos professores que com muito esforço e pouca ajuda, ainda conseguem estimular os alunos a participarem de tal evento "Cultural". Na verdade é preciso muito mais para que se possa encaixar na cuca desses jovens o verdadeiro sentido da cultura, tanto popular quanto erudita. Mas, sempre vale a pena quando se trata de uma tentativa. Pois, como disse Chester bernard:"Tentar algo e fracassar é, pelo menos aprender. Mas, não fazer a tentativa é sofrer a inestimável perda do que poderia ter sido".

Muito sábio! Assim, dou meus parabéns aqueles que tentam sempre e não desistem nunca.



Escrito por miguel.veras às 22h52
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   "Índio quer cachimbo"

Nesse tempo em que fiquei sem atualizar o blog, ouvi muita gente no meio da rua me pedindo para atualizá-lo e me dizendo: "conte aquela", "conte aquilo". Calma, calma. Contarei tudo e muito mais. Pois, vejam só essa:

Já falei outras vezes das minhas amizades e de algumas alegrias que elas me proporcionaram. Todos eles se lembram que, íamos todos os domingos, às quatro horas da tarde para o bar de Charapa tomar cana com coca-cola e carne de porco. No entanto, teve um gaiato que sugeriu que comprássemos um cigarro de maconha para experimentar a maldita erva. Confesso que, a princípio ficamos um tanto quanto assustados com a tal proposta, mas ao mesmo tempo, por que não dizer, entusiasmados? Pois bem. Chegamos ao consenso de que deveríamos "dar uns peguinhas".  Mas, eis que surge uma dúvida: quem poderia nos fornecer a Maria Ruhana? Antes, preciso lhes contar quem eram os maconheiros de primeira viagem. Para começar: eu, Micivam, Ailton, Sales de Chicó, Marcos de João da Mata, Domar e Nenê de Geraldo. Detalhe: Sales e Nenê não eram marinheiros de 1ª viagem. foram eles que nos induziram ao mau caminho. E foi um deles que disse o canal. Sendo assim fomos lá, atrás da erva. Primeiro,  na casa de Carequinha, mas ele não tinha, o que havia era um litro cheio de éter e raiz de maconha, a coisa mais estranha que já vi. Todos colocaram o nariz naquele pote e ninguém gostou. Pois, o que queríamos mesmo era a maconha. Então, o carequinho nos informou que, quem poderia ter, era Geovane, irmão do então candidato a vice-prefeito eleito, Caramuru. Sendo assim, lá se foi a gente.

Ao encontrarmos Geovane e contarmos do desejo, ele logo se prontificou em nos atender. Pediu que a gente fosse para a ponte  e que num instante chegava com a encomenda.

Dito e feito: chegou ele com um toró do tamanho de uma piroca. Sales disse: "Pode deixar que eu acendo!" Ficamos todos escorados no carro como se fosse um fila. Primeiro sales que tava acendendo, Nenê em seguida, eu, Micivam, Marcos, Ailton, Domar e Geovane. Assim, depois do bicho aceso, foi passando de boca em boca, menos na de Geovane, dizendo ele que já tinha pegado e que era tudo pra gente. Nisso, já tinha gente falando arrastado... Micivam Dizendo: "Meu irmão, que bicha boa!" Marcos, muito entendido, dizia: "Essa é do Chile, meu irmão!";  Domar falou: "Meu irmão, a bicha é tão boa que fede; Geovane, vendendo seu "peixe", confirmou: "Meu Brother, tem que feder, se num feder, não presta." Então, Sales disse: Vamos embora que já está fedendo demais. Depois dos pegas, fomos todos para a rua lombrados, pelo menos era o que achávamos. Eram risos pra tudo quanto era besteira. Mas enfim, realizamos o desejo.

Entretanto, a história nã acaba por aqui. No outro dia, quem riu não fomos nós. Mas sim, os nossos amigos e colegas que espalharam a presepada. Eles não riam da presepada em si, e sim pelo fato da tal catinga da maconha. É que a catinga existia de verdade na maconha, mas não por ela ser fedorenta.  Acontece que não era maconha.  Na verdade era bosta de jumento, daí o fedor. Então, vocês me perguntam: E a lombra? Pois é, não sei te explicar, mas que eu fiquei lombrado, ah! isso eu fiquei.

Só... meu irmão!!! Que bostinha boa, véio!



Escrito por miguel.veras às 20h40
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   "É pedir demais?"

Pela primeira vez entrei de cara numa campanha política, e confesso que adorei, apesar da decepção. Contudo, valeu apena, pois conheci a verdadeira cara do povo campograndense.

Como todos sabem, meu irmão foi candidato a veredor e sempre que eu podia adava com ele fazendo algumas visitas pedindo voto.

Pois bem, numas dessas visitas, algo inusitado nos foi proposto. Após convesarmos com a família de uma casa e pedirmos os seus votos, ouvimos também um pedido.

Um rapaz estava a frente da conversa e disse: "Meu senhor, agente vota sim, mas eu queria fazer um pedido! " E eu lhe perguntei: - E eu poderia saber o que é? Então o rapaz disse: "Pode sim, rapaz... é que eu queria um jumento pra égua da minha mãe, justamente porque o cavalo do meu pai num presta mais, e agora ele ta querendo fazer um burrinho nela. E uma burra da pra mim e meu irmão".

 

Foi aí que o bicho pegou,  saímos logo da casa pra não ficar enganchado no negócio do burro. E claro, não podemos atenter este excêntrico pedido. 

 



Escrito por miguel.veras às 19h25
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   !SORRIA, O BLOG ESTÁ DE VOLTA!!

Sem muitos arrudeios, aviso a todos que estou de volta, e para variar, tenho muitas coisas engraçadas pra contar, novidades e coisas não muito novas também.

Sei que muitos vão querer falar de política. Por isso, vou logo avisando, se provocar vai levar o maior esculacho.



Escrito por miguel.veras às 19h53
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   "tem cada Um..."!!!

Há tempos que não tenho tempo para atualizar meu blog, muito menos para corrigir alguns errinhos - quase que imperceptíveis a olho nu – de português. Mesmo assim, sempre que posso dou uma olhadela só pra ver se alguém deixa algum comentário relacionado a mensagens antes escritas. Pois bem, não é que um ser vivo deixou um comentário! Assim sendo, eu o li e me surpreendi com tanta infâmia e sandice e que, ainda teve o atrevimento de me pedir para publicá-lo. Esse ser vivo que se esconde... Não posso nem chamar de um pseudônimo, pois esse é sinônimo somente usado para nomes falsos ou supostos que, em geral é usado por escritores ou artistas. Isto posto, com certeza não é o caso desse ser. Esse ser vivo, além de mentiroso é um covarde, pois se identificou por um epíteto “lula13”.

     Meu nome é Miguel Martins Véras Neto, filho de Benedito Martins Véras, um dos homens mais honesto e altruísta que essa cidade já teve e é com muito orgulho que carrego o sobrenome dele. O sobrenome da família VÉRAS, uma das maiores e mais importantes famílias do nosso Estado. Família essa que tem muita gente de BEM. Agora você, me parece que não tem nome, muito menos sobrenome.

     Quero lhe dizer ainda que suas insinuações, sarcásticas por sinal, não cabe no meu blog, menos ainda na minha personalidade. Afirmei em outros comentários que esse blog é democrático e imparcial. E assim ele continua, pois o espaço está aberto para cada qual defender seu cada qual. No entanto, devemos fazer isso com sabedoria e de forma sadia. Sem ataques pessoais ou familiares. Peço que, por favor, aponte os erros das administrações anteriores. E mais: mostre como resolver e quem pode resolver. Seja Bibi de Nenca, Tássio Veras ou Jean Vieira. De forma alguma eu agredi pessoalmente alguém, apenas ressaltei alguns erros. Comentei sobre a convenção do PSB porque estou defendendo o meu lado. Outro, comentou sobre a convenção do PMDB dizendo que foi isso e que foi aquilo e eu publiquei, pois essa pessoa defendeu o lado dela, e assim por diante. Entretanto, de forma alguma, este blog vai publicar insultos, difamações e outros pitiatismos descabidos. Agradeço pela compreensão e boa sorte a todos nesta eleição. E vença aquele que apresentar melhores propostas para a nossa cidade. Acredito pois, que o candidato a prefeito que tem melhores propostas é Tassio Véras. E o candidato a vereador que tem melhores propostas é Ditinho Veras. Você gostando ou não, essa é a minha opinião e é a eles que confiarei meu voto. E a sua, ou o seu Qual é?

 



Escrito por miguel.veras às 23h43
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   "Um manoal de ontem, mas que serve para hoje"

Acreditem se quiser, mas no ano 64 a.C. Já existia um manual do candidato às eleições. Escrito por Quinto Túlio Cícero, no ano 64 a.C. em Roma. Ele preparou o manual para seu irmão, Marco Túlio Cícero. Vejam um trecho do manual:

Promessas: "Se você promete (o que o eleitor pede), essa raiva é incerta, futura e se instala em bem poucos. Mas se você nega, provoca irritação no ato e em muitos."

 

Marco Túlio Cícero conseguiu se eleger ao cargo máximo que estava concorrendo com tais promessas do manual. Hoje, alguns candidatos conseguem o mesmo feito da mesma forma. No entanto, muitos eleitores de hoje já não caem mais nessa de promessa. O ideal é que o candidatos apresentem propostas contundentes e além do mais,  que elas se concretizem durante seu mandato. Cabe assim, aos eleitores terem uma boa memória e analizarem quem prometeu e cumpriu. Para que possa portanto, escolher bem o seu candidato.



Escrito por miguel.veras às 13h05
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   "Cabeça dura"

Quando vejo os garotos de hoje saindo com seus colegas de carro, com equipamentos de som que mais se parece um trio elétrico. Me vem na memória os tempos de vacas magras que eu e meus amigos passamos em nossa cidade. Embora nem todos fossem assim: alguns tinham carro. Entre eles,  Ailton e Aldair. Mesmo assim, os carros eram difíceis de serem liberados pelos pais.

Eis então que, com muito sacrifício, meu amigo Micivam comprou um carro usado - um del Rey ano 85 de cor verde - .Na época, não tinha esse racha de verde ou vermelho. Fizemos nossa primeira viagem no Del rey para Jardim de Piranhas. Nessa viagem, fomos eu, Micivam, Marcos de João da Mata, Nenê de seu Geraldo, Pedro Miau e Domar, o motorista oficial.

Ao chegarmos na cidade, decemos todos, pelo menos foi o que penssamos na hora. Então, Micivam começou a fechar as portas, restando apenas a do lado do passageiro e percebeu que esta se encontrava emperrada. Nisso, bateu pelo menos umas três vezes e não conseguiu fechá-la. Então, ele reclama do defeito: "Mas isso é uma pôrra mesmo! Comprei esse carro, bem dizer ontem, e já está assim"! Assim, ele tentou fechar a porta mais uma vez. Foi aí que ouvimos um gemido. Era Pedro miau que com sua "cabeça dura" impedia de fechar a bendita porta.

Se fosse hoje, eu teria deixado ele bater mais vezes. Talvez quem sabe, amolecia ou rachava aquele "cabeça dura".

Bons tempos aqueles... Éramos amigos independente de política ou situação econômica. No entanto, hoje só podem ser amigos se estiverem do mesmo lado político partidário ou, status social. 

 

 



Escrito por miguel.veras às 21h19
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   "Que candidato"

Não escolheu seu candidato ainda?

Vote no seu Pinto!

Seu Pinto é do PSD, Partido Sexual Democrático. Veja as rasões para você votar no seu Pinto:

- É o único que aumenta a população.

- É duro.

- Respeita as regras.

- Não gosta de chatos.

- Sua preocupação é ficar sempre por dentro.

- Conta com o apoio das mulheres.

- Suas realizações aparecem em 9 meses.

- É modesto, está sempre escondido.

- Na rua, anda sempre de cabeça para baixo.

- Trabalha a qualquer hora do dia ou da noite.

- Não é preguiçoso, levanta apenas com um pensamento.

- Não gosta de publicidades, seu rosto não aparece em paredes ou sai em jornais.

- É pobre e simples, dorme em cima de um saco.

- Chora de prazer quando trabalha.

- É honesto: é o único que entra cheio e sai vazio.

- Esta sempre à esquerda, embora não seja comunista.

- Desportista, joga com duas bolas, faz gol e ainda cospe na cara do goleiro.

- É pobre, vive pendurado.

- Educado, quando vê mulher se levanta.

- Não gosta que lhe puxem o saco.

- Não é traiçoeiro, mas as vezes ataca por tráz...

 

 

 



Escrito por miguel.veras às 12h08
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   "Aguém se lembra"?

No dia 5 de julho de 1984, o grupo dissidente da Frente Liberal sai do Partido Democrático Social, rompe com o governo militar e inicia negociações para lançar a candidatura do peemedebista Tancredo Neves à presidência da República.



Escrito por miguel.veras às 11h51
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   "Convenção do PSB"

Neste domingo, 22 de junho de 2008, houve a convenção partidária na casa de show Arco Verde, onde ocorreu a coligação dos partidos: PSB, PP, PR, PMN, PC do B e DEM. Foi uma festa democrática. Nela foram apresentados os canditados a prefeito e vice prefeito, sendo eles: Tássio Véras e Franciênio Pedro. Nesta também, foram homologadas as candidaturas para vereadores, entres eles: Antônio Holanda, Adriana, Grimaldo, Ditinho Véras, Dilcinéia, Ní Pimenta, Babá Pimenta, Irene galdino e entre outros. A convenção recebeu a visita do deputado Gustavo Carvalho e presidentes de partidos.

Apesar do atraso, por conta das apresentações e dos discursos, as pessoas que se encontravam no Clube Arco Verde - muita gente por sinal - esperaram pacientemente os seus respectivos candidatos discursarem. O chato é que a justiça eleitoral proibiu que fosse oferecido qualquer tipo de bebida ou comida, com exceção para o café, chá e água. Ainda bem que liberaram a água, imaginem só, de 2 horas da tarde num calorão daqueles, tamando café e chá quente.

 O destaque ficou por conta dos discursos de Antônio Véras, Francisquinho Pimenta e Tássio Véras e Ene Pedro. No discurso de Antônio véras, foi resaltado a importância da união das famílias; Véras e Pimenta. Onde afirmou que, esta união já era algo que mais cedo ou mais tarde ia acontecer, devido a pequena distância política e familiar entre as duas. Outro fato que chamou atenção quando o ex-prefeito estava discursando, foi quando o outro ex-prefeito e agora vice-prefeito, Francisquinho Pimenta, se uniu ao discurso de Antônio véras, onde este contava que nos anos 60, seu pai candidatou-se a vereador e tirou 42 votos com ajuda de  Francisquinho. Foi então que o vice prefeito pediu o microfone para Antônio e contou com detalhes a histório dos votos que conseguiu para José Véras - pai de Antônio Véras - ganhar uma aposta que tinha feito. Nessa aposta, Zé véras tinha que tirar 30 votos, pois se tirasse menos perderia a tal aposta. Então, pediu ao Sr. Fracisquinho lhe arranjasse esses votos. Assim fez Francisquinho, não só arranjou os 30, mas, mais que isso, foram 42 votos. Ganhando então, a aposta.

O vice-prefeito Francisquinho Pimenta, chamou atenção para uma obra importante que conseguiu para Campo Grande, a ponte do Rio Do Carmo.

O candidato a vice-prefeito Êne Pedro, falou do descaso que o então prefeito teve com a maior família da região: a família Pimenta.

E o candidato a prefeito Tassio Véras enfatizou que não haverá perseguição política a adversários e a funcionários públicos. Destacou também que, caso venha ganhar, irá governar com a colaboração de todos e ouvindo os desejos do povo.  



Escrito por miguel.veras às 22h24
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   "Alguém se lembra"?

No dia 1º de 1808, em Londres, é impresso o primeiro jornal do brasil, o Correio Braziliense. Ele foi criado por Hipólito José da Costa durante seu exílio na Inglaterra (o brasileiro, marçom, estava sendo perseguido pela Inquisição portuguesa). A publicação era editada em Londres e transportada clandestinamente de navio - demorava quase um mês para chegar ao Rio de Janeiro. O Jornal circulou até 1822 e tratava de assunto de interesse nacional, como a independência. Seu reconhecimento como primeiro jornal brasileiro só veio, contudo, em 1999. Antes o mérito era da Gazeta do Rio de Janeiro. O Correio Braziliense editado hoje em Brasília recebe o nome como homenagem ao antigo periódico.



Escrito por miguel.veras às 19h18
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   "Ah se fosse assim!"

Acreditem se quiser, mas eu não tenho o que me queixar do meu casamento, inclusive aconselho, sempre que posso, os meus amigos a se casarem também. No entanto, alguns relutam em não querer essa maravilhosa patente. É o caso de Luciano de jaime, Gildeone, que foi casado e não quer mais, Ari de Nozinho e entre outros. Então, fiz algumas perguntas a eles sobre essa dicisão e o que elas devem fazer para levá-los ao altar. No final do apurado, algumas respostas me surpreenderam. Assim, juntei todas e selecionei 20 frases onde mostram o que as mulheres devem dizer e fazer. Portanto, elas devem pronunciar essas vinte frases, durante 3 anos, todos os dias.  As lolitas Que quizerem se candidatar, essa é a hora:

* Nossa, bem, você está tão estressado! Deixe-me fazer um boquete.

* Tem comida demais em casa, vamos levar só a cerveja e o wisk.

* Eu acho que você devia passar a noite com seus amigos. Você merece isso.

* A Tiazinha tem mesmo um corpo maravilhoso.

* Pois é, minha mãe é mesmo uma chata.

* Não precisa, você já me compra coisas demais.

* Sim, eu te entendo.

* Não! Eu pago o jantar.

* Eu sei que é apertado lá atrás, mas você tem que tentar de novo.

* Pode deixar, eu troco o óleo.

* Eu, francamente, acho cabelo na bunda muito charmoso.

* Vem ver querido, a filha do vizinho tá só de calcinha de novo.

* Você tem bastante bebida?

* Vamos naquele motelzinho barato, assim sobra mais dinheiro pra cerveja.

* Esquece os dias dos namorados e compra alguma coisa pra você.

* Vamos assinar a playboy?

* Eu prefiro ficar vendo o jogo e tomando cerveja do que ir ao shopping.

* Pode deixar a tampa da privada levantada.

* Que arroto sexy.

* Que peido incrível! Peida de novo!?

     Ai, ai, estou com 8 anos de casado e minha esposa não disse nenhuma dessas frases. Espero que eles consigam.

 



Escrito por miguel.veras às 11h45
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   "Coisas de Dourado"

Na calçada de Durado rola muitas conversas. Uma delas, foi o assunto relacionado ao advogado Aldaí, filho de Antonio de Mirabeau. Falava-se que Aldaí ia perder a licença da OAB, e alguns querendo saber o porquê dessa perda. Então, Dourado diz o motivo: "Rapaz, ouvi dizer que foi por causa da FALSIDADE BIOLÓGICA".

Confesso que fiquei em dúvida, será que Aldaí  é mesmo filho de Antônio de Mirabeau? No entanto, os traços biológicos e os atos, não nos deixam dúvidas de que é mesmo filho de Antônio.



Escrito por miguel.veras às 11h26
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   " O intelectual e Netinho"

Um dos caras mais intelectuais de campo Grande, é meu amigo de fé, Micivam. Ele detesta pornografia e pornofonia, é todo certinho. No entanto, este humilde historiador é o oposto dele. Vejam só:

O intelectual; prosopopéia flácida para acalentar bovinos.

Netinho; Conversa mole pra boi dormir.

O intelectual; Romper a fisionomia.

Netinho; Quebrar a cara.

O intelectual; Creditar o primata.

Netinho; pagar o mico.

O intelectual; Dar a carga escrotal.

Netinho; Encher o saco.

O intelectual; Deglutir o batráquio.

Netinho; Engolir o sapo.

O intelectual; Impulsionar bruscamente à extremidade do membro inferior contra a região glútia de alguém.

netinho; Dar um pé na bunda.

O intelectual; Derrubar com a extremidade do membro inferior o suporte central de uma das unidades de acampamento.

Netinho; chutar o pal da barraca.

O intelectual; Colocar o prolongamento caudal em meio aos membros inferiores.

Netinho; Meter o rabo entre as pernas.

O intelectual; Sequer considerar a possibilidade da fêmea bovina expirar contrações laringo-bucais.

Netinho; Nem que a vaca tussa.

O intelectual; Alongar as tíbias.

Netinho; Esticar as canelas.

O intelectual; Derrubar com mortais intenções

Netinho; Cair matando.

O intelectual; A ruminante bovina deslocou-se para o terreno sáfaro e alagadiço.

Netinho; A vaca foi pro brejo.

O intelectual; Sequer considerar a utilização de um longo pedaço de madeira.

Netinho; Nem a pau.

O intelectual; Aplicar a contravenção do Sr. João, deficiente físico de um dos membros superiores.

Netinho; Dar uma de João sem braço.

O intelectual; Retirar o filhote de eqüino da perturbação pluviométrica.

Netinho; Tirar o cavalinho da chuva.

O intelectual; Sugiro veementemente a vossa excelentíssima que procure receber contribições inusitadas na cavidade retal.

Netinho; Vá tomar no cu.

 



Escrito por miguel.veras às 21h41
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HISTÓRICO



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